tipos de borrachas



Pode parecer algo menos importante, mas escolher uma boa borracha, ou a mais adequada para o material que você utiliza, é essencial para garantir um bom trabalho. Agora, antes de mais nada, é importante reforçar: borrachas escolares não servem para trabalhos artísticos!

Dito isso, vou apresentar pra vocês as principais diferenças e características básicas que vocês precisam ter em mente ao escolher uma borracha.


Existem basicamente dois tipos de borracha a partir de sua matéria prima:


  1. as de látex (naturais), produzidas a partir do extrato da seringueira. Essa borrachas podem ser bastante macias, mas em geral, quando não são de boa qualidade, como as escolares, costumam ser mais secas e esfarelam com facilidade, além de serem mais abrasivas ao papel e não apagarem tão bem.

  2. as de polímeros (também chamadas de "borrachas plásticas" ou de PVC), obtida a partir de um processo industrial, em geral são brancas e “dust-free”.



Há também o “limpa tipo”,  uma borracha maleável que parece com uma massa de modelar.  Ele é feito a partir de óleos vegetais vulcanizados, dióxido de titânio, pedra-pomes em pó fino, carbonato de cálcio e negro de carbono. Diferente das borrachas, ele não produz nenhum tipo de farelo, e por sua textura super aderente, retira o excesso de grafite do papel com menos atritos, e não transfere o material de volta para o papel, não produzindo manchas. É ideal para materiais mais porosos como os lápis grafite acima do 6B e giz pastel seco. Com o tempo, a massa vai ficando escura e saturada tanto de grafite quando da gordura das mãos. Quando ela começar a sujar o papel, é hora de descartar.



Um dica que faz toda a diferença, independente da borracha e do material escolhido é apagar o desenho sempre no sentido da parte mais clara para a mais escura, assim se evita que o material (grafite, giz pastel, etc) seja carregado de uma área para a outra.

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